
Felicidade
Platônico Amor o Meu
Atônito, Utópico
Sei que teu beijo é mais Doce
que o mel de nobres Abelhas.
Pudera Beijar-te
sem desfazer sua frágil Beleza
já que és feita de cristais de Açúcar?
Te vejo de Longe.
Sei que teu perfume é Suave
como a mais bela Flor
Pudera Tragar-te
sem consumir-te Inteira
já que és fumaça de Incenso?
Te vejo de Longe.
Sei que teu sopro me Refresca
como vento da Madrugada
Pudera Aproximar-me
sem derreter seus finos Traços
já que és estátua de Gelo?
Te vejo de Longe.
Sei que tua imagem é Forte
como abrigo para Guerras
Pudera em ti Apoiar-me
sem derrubar seus frágeis Pilares
já que és castelo de Areia?
Te vejo de Longe.
Sei que relógio algum te Serve
pois és atemporal como um deus
Pudera prever ou Prevenir-me
sem envelhecer-te ou Matar-te
já que és instantâneo Gozo?
Te vejo de Longe.
Sei que me encanta tuas caras e Bocas
assim como os seus Valores.
Pudera ao topo, juntos, chegarmos
sem vícios ou Trapaças
já que és castelo de cartas?
Te vejo de Longe.
Sei que tua boca é Suave
como o sabor dos lábios de Afrodite
Pudera Saciar-me
sem consumir-te Inteira
já que és polpa de Romã?
Te vejo de Longe...
...e se não basta, Deveria!
Te transforma e Destrói
te agrega Defeitos,
o meu Amor.
Vivo do que Absorvo
de sua Essência,
de meus Delírios
e Sensações.
Do que Observo
de sua Presença,
de sonhos Contigo
(quase Sempre).
Vivo só de minha
Felicidade
Platônico Amor o Meu
Atônito, Utópico
MARAVILHOOOOOOOOOSO!
ResponderExcluirei... cadê tuas linhas, moço?? to sentindo falta. bjos pra vc e pras duas moças.
ResponderExcluirParabéns! Adorei o poema, muito lindo.
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